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Nota Oficial do Governo Autônomo da Amazônia - Conflitos no Oriente médio.

Em apelo permanente pela Paz.


Em nome dos povos da Amazônia e em respeito ao princípio universal da diplomacia e da não violência o Ministério Rio Branco vem à público demonstrar as posições do Governo Autônomo da União.


Frente aos eventos no Oriente Médio desde outubro de 2023 até os acontecimentos em Damasco, Síria, em 1 de abril de 2024, torna-se evidente a necessidade de prudência das lideranças globais ao lidar com questões internacionais, especialmente evitando retaliações e amplificação dos danos humanitários em áreas de confronto bélico.


Como estado e nação, reiteramos nosso compromisso com os princípios universais da autodeterminação dos povos, diplomacia, não violência e não intervenção, destacando os perigos humanitários dos conflitos militares em regiões institucionalmente frágeis, como o Oriente Médio, Leste Europeu e América Latina.


Declaramos neutralidade quanto aos atores envolvidos*, repudiando qualquer uso desleal e desnecessário da força, especialmente contra alvos civis e humanitários**. Pedimos que países vizinhos não intervenham ou colaborem indiretamente com litígios de interesses entre as nações, visando a pacificação da retórica mundial e, especialmente, do Oriente Médio, em busca de governos legítimos e soberanos em conformidade com os princípios do direito internacional.


O posicionamento pacifista do Governo Amazônico visa promover a paz entre os povos, sendo essa nossa principal preocupação. Repudiamos a escalada das tensões entre nações, assim como acreditamos na essencial cooperação internacional para o desenvolvimento e bem-estar de todos, reiterando a neutralidade diante dos conflitos, assim como nossa comunhão com a Republica Federativa do Brasil***.


Alertamos os amazônidas brasileiros em trânsito ou residência no Oriente médio e norte da África, recomendando que retornem, se possível, às terras de soberania brasileira. Estando sempre atentos ao portal das relações internacionais do Ministério Rio Branco.


Em conclusão, fazemos um apelo pela paz e diálogo construtivo entre os países, reafirmando o compromisso do Governo Autônomo da Amazônia em promover a paz e cooperação internacional em seus esforços diplomáticos, dispondo-se a mediar conflitos e servir de ponte de diálogo entre as nações.

A União dos Povos da Amazônia clama pela justiça e pelo simples reconhecimento do seu desejo de se autogovernar.


Atenciosamente,

Ministério Rio Branco


*A justiça da Amazônia impede que qualquer opinião negativa sobre certas nações sejam vinculadas de forma oficial ou extrajudicial ao Governo Autônomo da Amazônia. Entretanto, as opiniões brasileiras são SEMPRE vinculantes às opiniões do Estado amazônico.


 
 
 

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